Não há inimigos, só mestres
O ego vê quem o contraria, quem o critica ou quem o machuca como inimigos, pessoas más que precisam ser combatidas ou afastadas. A consciência vê essas pessoas como os seus maiores professores. É na frente de quem nos desafia que o nosso ego aparece, que as nossas falhas se mostram, que precisamos aprender a perdoar, a ter paciência, a amar. Sem os desafios, você nunca saberia onde ainda está preso. Agradeça a quem te desafia, pois eles são os que mais te ajudam a crescer.
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Não há inimigos, só mestres.
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Amizades verdadeiras.
Amizades verdadeiras
O ego coleciona contatos, pessoas úteis, pessoas que o admiram. Ele tem muitos conhecidos, mas poucos amigos. A consciência escolhe as relações por sintonia, por verdade, por amor. Uma amizade verdadeira é aquela onde você pode ser você mesmo, sem máscaras, sem medo de julgamento, onde ambos crescem juntos. Quando você se liberta do ego, algumas pessoas se afastam — e tudo bem, elas não faziam mais parte do seu caminho — e pessoas novas, mais alinhadas com a sua alma, aparecem. -

Perdoar a si mesmo.
Perdoar a si mesmo
Você costuma perdoar os outros, mas e a si mesmo? O ego é duro, exigente e cruel consigo mesmo. Ele guarda erros do passado, fica se culpando, se punindo, dizendo que devia ter feito melhor. Mas você fez o melhor que podia com o que sabia na época. Perdoar a si mesmo é entender que o erro é parte do aprendizado, que ninguém é perfeito, e que você merece carinho e compreensão tanto quanto qualquer outra pessoa. Como você trata a si mesmo, trata o mundo. -

Relações como espelho.
Relações como espelho
Tudo o que você ama ou odeia nos outros é algo que está dentro de você. O que você ama é uma qualidade que você também tem e admira. O que você odeia ou critica é algo que você não aceita ou nega em si mesmo. As pessoas ao seu redor são espelhos que mostram quem você é. Quando você gosta de tudo o que vê nos outros, quando aceita tudo, significa que você finalmente aceitou e amou tudo o que há em você. Esse é o fim da separação. -

O amor cura tudo.
O amor cura tudo
O ego cria divisão, a consciência cria união. A única força capaz de dissolver todos os problemas, todos os conflitos, todas as dores e todo o ego é o amor. Não o amor romântico, mas o amor como estado de ser: carinho, respeito, compreensão, compaixão. Quando você reage a uma situação difícil com amor, o ego do outro não sabe o que fazer, ele se desarma. O amor não é fraqueza, é a força mais poderosa do universo. Quem vive de amor está livre.
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O valor do seu trabalho
O valor do seu trabalho
Não importa o que você faz: se limpa, se ensina, se vende, se cria, se dirige. O ego acha que alguns trabalhos são mais importantes que outros, e por isso se envaidece ou se envergonha. A consciência sabe que todo trabalho que ajuda alguém, que melhora a vida de alguém, que contribui para o todo, tem o mesmo valor sagrado. O valor não está na função, está na dedicação, na honestidade e no amor com que é feito. Faça o que faz como se fosse para Deus. -

Trabalho: serviço ou status?
Trabalho: serviço ou status?
O ego escolhe o trabalho pelo quanto ganha, pelo quanto aparece, pelo status que dá. Ele sofre no trabalho, pois faz algo que não gosta, só para parecer bem-sucedido. A consciência escolhe o trabalho pelo que ele representa, pelo que ele pode oferecer de bom para as pessoas. Ela sabe que todo trabalho é sagrado, desde que feito com amor e dedicação. O trabalho deixa de ser um fardo e se torna uma forma de cumprir o seu propósito e servir ao mundo. -

Amar sem possuir.
Amar sem possuir
O ego ama querendo possuir: “Você é meu, a sua vida é minha, você tem que fazer o que eu quero, não pode ir embora”. Ele transforma o amor em prisão e ciúme. A consciência ama sabendo que ninguém é de ninguém. Ela ama a liberdade do outro, quer ver o outro crescer, mesmo que não seja ao seu lado. Amar é dizer: “Eu estou aqui com você porque eu escolho, e você fica comigo porque você escolhe também”. O amor só é amor quando é livre. -

Compaixão: ver a si mesmo em todos.
Compaixão: ver a si mesmo em todos
Quando você vê alguém errando, sofrendo, agindo por ego ou ignorância, você não julga mais, não se irrita, não se afasta. Você entende: “Eu também já fui assim, também já errei, também já sofri sem saber”. Você olha para a pessoa e vê um ser humano igual a você, tentando ser feliz, tentando se proteger, tentando viver, fazendo o melhor que pode com o que sabe. A compaixão não é pena, é reconhecimento. É amar o outro como parte de si mesmo. E quando você ama, você ajuda, você acolhe, você ensina com o exemplo, sem exigir nada.
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O fim do sofrimento.
O fim do sofrimento
O sofrimento não é uma consequência da vida, é uma consequência da resistência do ego à vida. Ele sofre porque quer que as coisas sejam diferentes do que são, porque quer controlar o que não pode, porque se apega ao que passa. Quando você se liberta do ego, não significa que não terá mais dores, doenças, perdas ou dificuldades. Mas a dor continua sendo dor, e o sofrimento acaba. A diferença é que a dor é natural, mas o sofrimento é a história que você conta sobre a dor. Você sente, aceita, vive e segue em frente, sem se vitimizar, sem se perder. Você está acima da tempestade, em paz.






