Resolução do Poeta.

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Resolvo ver as linhas nos mapas não como barreiras permanentes, mas como traços de lápis temporários facilmente apagados pela simples chuva. Minha resolução começa com a Terra — o meu lar indiviso — e termina com o compromisso absoluto com o Amor. No meio, eu me definirei pela minha lealdade primária à espécie Humana, recusando ser compartimentado por tribos ou estados. E o meu método de operação, a minha prática espiritual diária, será a reivindicação e extensão da Liberdade perfeita a toda alma que eu encontrar. Que este seja o meu manifesto.

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